Seminário e exposição sobre Hiroshima lembram perigos da energia nuclear

Dome de Hiroshima, único prédio que não caiu completamente após a bomba (Foto: Arquivo)

O mundo conta atualmente com 450 reatores nucleares para fins pacíficos operando em 33 países, sendo três (uma em construção) em Angra dos Reis, no litoral do estado do Rio de Janeiro. Esse número deve aumentar ainda mais, já que a ideia de empresas e nações que desenvolvem esse tipo de energia é triplicar a quantidade até 2050.
Porém, se, por um lado, a energia nuclear oferece uma fonte de eletricidade livre de emissões que causam o efeito estufa, também pode criar perigos que são únicos a essa indústria, pois produz lixo radioativo e tem consequências catastróficas em casos de falhas graves de segurança, como visto recentemente em Fukushima, no Japão.
Para tratar desses e vários outros impactos da produção de energia nuclear no Brasil, a Articulação Antinuclear Brasileira (AAB) realiza nesta sexta, a partir das 8 às 20 horas, e sábado, a partir das 10 horas, na Faculdade Paulus de Tecnologia e Comunicação (Rua Major Maragliano, 191, Vila Mariana), o seminário “Energia Nuclear: Por que resistimos?”.
Na ocasião, especialistas em energia, pesquisadores, ativistas e representantes de movimentos sociais participam de quatro mesas para aprofundar o debate sobre o tema e oferecer um painel dos movimentos de resistência an000tinuclear no Brasil.

Continua… (no impresso)

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