Princesas japonesas são destaque em programação da Fundação Japão

A princesa Mako, do Japão, chega ao Brasil na semana que vem, bem no mês da festa Tanabata Ma-tsuri. A lenda tradicional conta justamente sobre a história de amor da herdei-ra do rei celestial, Orihime, e de seu pretendente.
Em tempo do que poderia ser chamado de conto de fadas, a Fundação Japão enaltece as princesas e realiza nas férias de julho e no mês de agosto o evento “Era uma vez… Tanabata e as representações femininas nas fábulas japonesas”.

Além de Orihime, as princesas Kaguyahime, da lenda Cortador de Bambu, e Otohime, a rainha do subaquático Reino Ryugu, são mencionadas no novo es-paço temático da organização. Ali, uma representação do Tanabata, com de-coração e bambu para serem fixados os papéis com desejos, está montada para apreciação. As narrativas populares antigas do Japão, conhecidas como mukashi banashi, e denominadas genericamente de fábulas, têm sua origem na tradição oral e eram transmitidas dentro do cotidiano popular, por isso não têm autoria e nem data definida. São muito difundidas em todo o Japão nas mais diferentes formas regionais.

Contos folclóricos, mitos, lendas, entre outros modos estruturais que retratam contos de fadas, são apresentadas na biblioteca da Fundação Japão, de terça a sexta-feira, das 10h30 às 19h30, e, sábados, das 9 às 17 horas, até o dia 31 de agosto.

No mês que vem, haverá contação de história, aos sábados, na av. Paulista, 52, 3º andar, São Paulo.

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