Nikkei é apontado como uma das grandes esperanças do judô brasileiro

Yudi nasceu na cidade japonesa de Shimotsuma (Foto: Mayara Ananias/CBJ)

O Brasil e a comunidade nipo-brasileira já tem em quem apostar visando o futuro do judô. Trata-se de Eduardo Yudi, que, apesar de ser brasileiro, filho de descendentes japoneses, nasceu e foi criado no Japão e ainda sofre para se adaptar ao “novo” país, principalmente a língua.
Isso, porém, não tem atrapalhado o seu desempenho dentro do dojo, sendo apontado como uma das principais esperanças do esporte na categoria meio-médio (até 81 kg).
Nascido na cidade de Shimotsuma, na província japonesa de Ibaraki, o judoca, que iniciou no esporte com cinco anos, foi selecionado em 2013 às seleções brasileiras de base e, desde o ano passado, começou a ser convocado pela Confederação Brasileira de Judô para competir em toneios internacionais, de olho nos Jogos de Tóquio-2020.
Foi o que bastou. No ano passado, ele levou dois bronzes nos Abertos de Tallin e Glasgow. Neste ano, foi quinto colocado no Grand Slam de Paris, onde derrotou o medalhista olímpico de bronze Sergiu Toma, dos Emirados Árabes, e também conquistou o ouro no Aberto de Roma, onde esteve impecável durante a fase eliminatória, vencendo todas as suas lutas, inclusive a semifinal, por ippon.

Continua… (no impresso)

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