Brasileira traz cinzas e deixa netas no Japão

Acabou, após 73 dias, a saga de Maria Aparecida Amarília Scardin, no Japão. Mãe das campo-grandenses Amarília Maruyama Kimberli Akemi, de 27 anos e de Michele Maruyama, de 29 anos, mortas no dia 31 de dezembro de 2015, ela desembarcou no Brasil com as cinzas das duas filhas na mala.
“Nunca imaginei que minhas filhas iriam voltar para o Brasil dentro de uma mala. É muito doloroso”, diz ela, que, para completar o sofrimento, não conseguiu trazer a netas, que estão sob a guarda do governo japonês.
Na chegada ao País, ela contou que pretende fazer um novo velório e construir uma capela no cemitério Cruzeiro para colocar as urnas com os restos mortais das filhas. No mesmo local, ela já sepultou um filho. A jornada de Maria no Japão começou em 8 de janeiro, quando seguiu para lá após as filhas serem assassinadas.

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