Nikkei prova o dom da cozinha em reality e dá dica para o almoço de Natal

Adriana Sayuri Onari, participante do Hell’s Kitchen (Foto: Divulgação)

O ano de 2015 foi de programas de televisão gastronômicos, com participantes nikkeis. A mais recente na mira dos holofotes, eliminada no último sábado no reality Hell’s Kitchen do SBT, é Adriana Sayuri Onari.

Caçula entre outros 15 participantes, a nikkei, aos 20 anos, derrapou logo na primeira indicação e foi eliminada após servir três frangos crus. “Eu fiquei decepcionada porque não confiei em mim. Coloquei o frango no forno por 20 minutos, mas fui na do subchef Zi Saldanha, que perguntou se não era muito. Deixei então 15 minutos. Com mais 5 minutos, não ficaria cru”, explicou Adriana Onari, a “Japa”, ao São Paulo Shimbun.

Durante duas semanas e meia, ela ficou confinada com os outros participantes e fez, todos os dias, o que gosta: cozinhar.

Formada em Gastronomia no ano passado, ela estava quase desistindo da área quando resolveu se inscrever para o programa. A tentativa deu certo e hoje começa a colher o reconhecimento popular e profissional. Emprego ela já tem garantido. Começa a trabalhar em janeiro em um restaurante em São Paulo, onde terá como chefe a ex-participante do mesmo reality Marja Akina Oda Bertolino.

Na praia, onde está neste momento com a família, é parada por banhistas que lamentam sua saída do programa e pedem para tirar fotos. “É estranho, mas é legal. Não imaginava que seria reconhecida por tantas pessoas.”

Mas o que ela pretende bombar mesmo, com muito público, é o seu projeto Japanela, pelo Facebook. Lá, ela aceita encomenda – para o Natal foi muito co000okie – e posta receitas fáceis de fazer.

Por falar nisso, como hoje é Natal, com almoço digno de “soborô” da ceia de ontem, a cozinheira – ela não se considera chef – dá uma dica aos leitores do jornal. “Eu faria um yakimeshi. Pego o peru e/ou tender (ou outra carne servida), corto tudo bem picadinho e ‘puxo’ no azeite e cebola. Coloco ovo, salsinha, arroz e já era”, recomenda.

Na casa de Adriana Onari, dificilmente há sobra de comida, até por ser uma ceia mais tradicional japonesa com sushi. Neste ano, ela passaria na casa do namorado e esperava não ter que cozinhar. Não que isso fosse um castigo, até porque cozinhar para ela “não é obrigação”, “eu gosto” e principalmente salgado.

Sempre rindo, de alto astral, Onari revela que é “séria” na hora de cozinhar e que conquistou amigos no reality. Mas não a ponto de abrir uma sociedade em algum negócio. “Pretendo abrir algo, mas não com nenhum participante. As ideias não batem.”

Ao ser perguntada por que não se inscreveu em outros programas, como o famoso Masterchef, a nikkei disse que esse “é só para amadores”, para pessoas que não tenham tido qualquer experiência ou vínculo gastronômico. Ela já trabalhou em um restaurante, onde fazia sushi.

Continua…(impresso)

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