Filiais da Takata no Brasil não devem ser afetadas

O pedido de recuperação judicial da Takata no Japão, México e nos Estados Unidos não afetará a fabricante de airbags no Brasil. Quem garante é a direção da empresa, que informou que as subsidiárias da companhia japonesa no País e no Uruguai estão fora do pedido.

Em nota oficial, a direção da Takata no Brasil afirmou que pretende manter as operações “em pleno desenvolvimento”. Além disso, destacou que o processo de recuperação em alguns países visa “gerir custos para que todas as operações no mundo continuem a operar normalmente”.

Ontem, a empresa japonesa também confirmou a americana KSS (Key S-fety Systems) como novo investidor do grupo, no-tícia que foi bem recebida pela direção da filial brasileira. “É uma notícia positiva para todos nós, pois as duas empresas combi-nadas formam uma companhia ainda mais forte e melhor preparada para a continuidade e ampliação dos negócios”, destacou o presidente da operação brasileira, Airton Evangelista, por meio de nota oficial.

A Takata tem três fábricas no Brasil, com cerca de 1,8 mil empregados. Pro-duz volantes, cintos de segurança e airbags. A maior e mais antiga fica em Jundiaí, no interior de São Paulo. Foi inaugurada no início da década de 70 e produz as três linhas de produtos. A segunda fábrica fica em Mateus Leme, na região metropolitana de Belo Horizonte, e a mais nova, em Piçarras (SC), foi erguida no início dos anos 2000.

Desde 2013, quando foi descoberto o defeito, 100 milhões de airbags já foram substituídos em todo o mundo, incluindo carros que rodam no Brasil. 16 pessoas morreram em dois países.

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